Angustiada, tudo que Aline quer é escrever. Seus amigos falam com ela, seu professor explica a matéria, no rádio toca sua música favorita e ela é incapaz de ouvir. Pensa no que aquela pessoa estranha com quem tinha passado menos de uma hora em uma sala cheia de coisas e, principalmente, de frieza, contando sobre seus problemas familiares, amorosos e chocolatais, havia lhe dito. Era preciso correr. Literalmente correr. Liberar adrenalina ou qualquer outra ina pra acabar com um tal de cortizol que não está onde deveria. E tudo isso ela concluiu com 44 minutos de desabafo da Aline. É, era preciso correr. Fugir de antidepressivos ou qualquer outra droga que fizesse transparecer uma nova Aline, uma Aline que só seria aquela Aline depois de alguns comprimidos.
quarta-feira, 25 de março de 2009
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Corra, corra, corra... sem jogos, sem copetição, sem precisar vencer, sem provar nada a ninguem. Apenas corra.
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